Artigos

 

Janeiro2015

Outubro2014

Agosto2014

Abril2014

Janeiro2014

Dezembro2013

Outubro2013

Setembro2013

Julho2013

Junho2013

Maio2013

Abril2013

Março2013

Fevereiro2013

Janeiro2013

Dezembro2012

Novembro2012

Outubro2012

Agosto2012

Julho2012

Junho2012

Maio2012

Abril2012

Março2012

Fevereiro2012

Janeiro2012

Dezembro2011

Novembro2011

Outubro2011

Setembro2011

Agosto2011

Julho2011

Junho2011

Maio2011

Abril2011

Março2011

Fevereiro2011

Janeiro2011

Dezembro2010

Novembro2010

Outubro2010

Setembro2010

Agosto2010

Julho2010

Dezembro2009

 

12.07.11 - 09:12 . Land Rover Freelander 2 Diesel: força interior

Free

Para a Land Rover, o Freelander 2 a diesel era o carro que faltava no Brasil. Primeiro porque a nova versão vai permitir o aumento da cota de veículos junto à matriz – que é na Inglaterra, apesar de a empresa ser controlada pela indiana Tata. Atualmente, as remessas giram em torno de 200 unidades mensais, o que é considerado pouco. Depois, a motorização mais robusta pode ajudar a criar uma imagem mais valente e vigorosa para o utilitário – o Freelander ainda é visto pelos fãs da marca como uma espécie de Land Rover "café-com-leite". Na equação do diretor-presidente da Jaguar Land Rover para América Latina e Caribe, Flávio Padovan, o resultado pode ser extremamente positivo. "Em setembro, vamos atingir 350 unidades vendidas do modelo diesel por mês", imagina.

Mesmo que as vendas do modelo a gasolina sofram grande canibalização, o futuro antevisto pela marca projeta algo como 5 mil unidades de Freelander por ano. Hoje o Freelander responde por 36% das vendas no Brasil, enquanto um modelo maior e mais caro como o Discovery, que tem motorizações diesel e a gasolina, representa quase metade das Land Rover vendidas no país.

A maior diferença fica nos números que cada propulsor fornece. O turbodiesel é um 2,2 litros com 190 cv a 4 mil rotações e 42,8 kgfm a 1.750 rpm. Já o propulsor de seis cilindros a gasolina tem 230 cv a 6.300 rotações e rende 32,4 kgfm a 3.200 giros. A potência 40 cv menor é compensada em parte pelo torque 10 kgfm maior, que dão enorme agilidade para o modelo diesel. O zero a 100 km/h é cumprido em 9,5 segundos com motor diesel e 8,9 com propulsor a gasolina – a máxima, nos dois casos, é limitada em 190 km/h.

Embora seja novidade no Brasil, o mais comum mundo afora é encontrar apenas Freelander a diesel. Este motor, desenvolvido pela PSA Peugeot-Citroën, está nos modelos vendidos na Europa. O propulsor a gasolina, chamado de SI6, feito pela Ford e usado em vários modelos da Volvo, é aplicado ao Freelander nos raros países que têm alguma restrição ao combustível. Caso dos Estados Unidos, onde o diesel só encanta caminhoneiros, e do Brasil, que proíbe esse tipo de motorização em veículos sem tração integral e reduzida.

Acontece que uma pequena alteração na legislação – na verdade, uma interpretação mais moderna –, que antes só aceitava reduções mecânicas, passou a considerar também as reduções feitas eletronicamente – como a do sistema All Terrain da Land Rover. Por isso mesmo, pode-se prever que o Freelander é apenas o primeiro utilitário esportivo médio do mercado que oferece motor diesel – até agora, só modelos maiores tinham essa opção. A tendência é que os rivais se apressem para apresentar suas versões movidas a óleo. Até lá, porém, o Freelander vai estar sozinho nessa trilha.

Fonte: Web Motors

Iron Blindados


  • R. Joaquim Manoel Macedo, 92 A
  • (11) 3392-3747

01136-010 - Barra funda

Iron Blindados


  • R. Joaquim Manoel Macedo, 92 A
  • (11) 3392-3747

01136-010 - Barra funda