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18.10.12 - 10:02 . Novo Fusion só mantém nome e origem

Fusion

A fabricante norte-americana projetava automóveis diferentes, dependendo do público. O Fusion é um exemplo claro. O sedã médio (para os padrões americanos) investia em cromados exagerados e numa dirigibilidade “anestesiada”, em que mal se sentia o contato com o asfalto. Já na Europa existia o Mondeo, um sedã de visual bem diferente e pegada mais “esportiva”.

Mais Mondeo que Fusion

No caso da Ford, a decisão foi unificar Fusion e Mondeo e buscar soluções intermediárias seja no estilo ou no tuning do carro, como a sensibilidade da suspensão e os equipamentos de série. iG dirigiu o novo Fusion na versão mais cara, Titanium AWD, com motor 2.0 Ecoboost, e a conclusão é que o sedã é hoje “mais Mondeo que Fusion”. De fato, o mesmo carro será vendido como Mondeo na Europa.

A Ford investiu num sedã com caráter esportivo e para isso o desenhou com um perfil baixo de cupê, linhas aerodinâmicas e agressivas, mas com ganhos em economia e emissões, condições indispensáveis hoje em dia. Comparado a outros sedãs como o Camry e o Accord, o velho Fusion já exibia um comportamento mais ágil, porém, a nova geração levou esse aspecto ao máximo. A suspensão está bem mais firme que antes, mas sem perda de conforto e silêncio a bordo.

A direção, com assistência elétrica, é firme e equilibrada e a transmissão automática, de seis velocidades, chega a ter respostas semelhantes as de sedãs alemães, os mais bem acertados nesse quesito. Já o motor EcoBoost faz seu papel sem grandes arroubos, como imaginamos.

O movimento de downsizing é um caminho sem volta na indústria. Os motores dos carros ficarão menores, mas sem perda de desempenho, isso é certo. Economia de combustível e menos emissões são fatores positivos, porém, a potência bruta deixa de existir. O EcoBoost, um motor que reúne as mais promissoras tecnologias como turbo, injeção direta de combustível e comando variável de válvulas, tem números impressionantes no papel: são 240 cv e cerca de 34,7 kgfm de torque já a 1.500 rpm. É muita coisa para um bloco de apenas 2 litros – para dar uma referência, o Focus 2.0 tem 145 cv e usa um motor considerado bom no segmento.

No entanto, durante o test-drive nas ruas de Los Angeles, nos Estados Unidos, o Fusion se mostrou um carro forte, mas não tão explosivo como a Ford pregou durante a apresentação aos jornalistas antes da avaliação. Em compensação, a economia de combustível (faz 8 km com um litro de gasolina na cidade) e a emissão 15% menor são um bom argumento para esquecermos o V6 anterior.

Em relação ao Fusion antigo, o novo cresceu no comprimento, mas, sobretudo, na largura e na distância entreeixos. Em compensação, o porta-malas perdeu espaço: de 530 litros agora são apenas 453 litros. Mesmo com tanta eletrônica embarcada, o sedã ganhou somente 39 kg. Por falar em tecnologia, a Ford equipo o Fusion com oito airbags, sendo dois deles para proteção do joelho, novidade no segmento segundo ela.

Os donos do atual modelo deverão se surpreender com o interior da nova geração. O Fusion já havia dado um salto de qualidade na reestilização de meia idade, mas o cockpit do novo sedã está há anos-luz do seu precursor. Seja na distribuição equilibrada dos instrumentos ou no tipo de acabamento - que mescla couro, superfícies com aplique "piano black" e de metal fosco -, o sedã é confortável e ao mesmo tempo instigante. A combinação das várias telas multifuncionais e o sistem de som da Sony são o destaque e confirmam uma tendência em transformar os paineis em versões ampliadas de smartphones. A iluminação noturna do conjunto também é outro aspecto atraente do carro.

Fonte: IGCarros

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