Artigos

 

Janeiro2015

Outubro2014

Agosto2014

Abril2014

Janeiro2014

Dezembro2013

Outubro2013

Setembro2013

Julho2013

Junho2013

Maio2013

Abril2013

Março2013

Fevereiro2013

Janeiro2013

Dezembro2012

Novembro2012

Outubro2012

Agosto2012

Julho2012

Junho2012

Maio2012

Abril2012

Março2012

Fevereiro2012

Janeiro2012

Dezembro2011

Novembro2011

Outubro2011

Setembro2011

Agosto2011

Julho2011

Junho2011

Maio2011

Abril2011

Março2011

Fevereiro2011

Janeiro2011

Dezembro2010

Novembro2010

Outubro2010

Setembro2010

Agosto2010

Julho2010

Dezembro2009

 

25.05.11 - 14:32 . Novo Mercedes Classe C: a estratégia do glamour

20110525140644g

A Mercedes pôs a mão na consciência e mudou o tratamento que vinha dispensando à Classe C. Desde a chegada da terceira geração do modelo médio, em 2007, a montadora traçou um plano para "aproximá-lo" conceitualmente dos modelos de entrada da marca, os Classes A e B. O problema é que essa aproximação se deu pela perda de glamour da linha de médios, principalmente na estética e na qualidade dos materiais empregado no acabamento, como a falta de detalhes e o uso de plásticos rígidos. O resultado foi desastroso. A média história de vendas da Classe C, desde sua primeira geração em 1993, era de aproximadamente 400 mil unidades por ano. Já a atual geração manteve uma média de apenas 250 mil unidades por ano em quatro anos de vida. A perda de quase 40% das vendas do Classe C mundo afora comoveu a Mercedes. Tanto que decidiu promover "o mais profundo face-lift da história da marca" – forma marqueteira de valorizar a correção de um grave erro de avaliação.

No Brasil a história é bem diferente. O C teve sucesso, principalmente por causa do reposicionamento do modelo, com versões com preço inicial abaixo de R$ 120 mil. A linha de médios responde por 60% das vendas da marca, que este ano deve alcançar as 10 mil unidades – o dobro de dois anos atrás. Situação que o Classe C pode ajudar a melhorar, já que os benefícios dessa renovação chegam por aqui da mesma forma. Como o objetivo era injetar luxo e glamour, foi no interior que ocorreram as mudanças mais impressionantes. Os três modelos que inicialmente chegam ao mercado brasileiro – C180 Classic, C200 Avantgard e C250 Sport – são os de entrada da linha. Mesmo assim já transmitem muito claramente a ideia de luxo.

No revestimento, todas as superfícies plásticas são soft-touch com aplicações em laca ou alumínio escovado, dependendo da versão. Detalhes são em cromado e em metal galvanizado – semelhante a alumínio –, dando contornos ao painel frontal, às entradas de ar e aplicados a botões, alavanca de câmbio e comandos. O desenho dos instrumentos, do volante multifuncional e dos bancos cria uma identificação com modelos superiores, como o CLS e o Classe E. Até mesmo o display interno aumentou – de 3 para 5 polegadas na C180 e para 7 polegadas na C250, que dispõe de navegação por GPS.

O desenho exterior buscou ampliar a percepção de esportividade do modelo. As principais mudanças foram na parte frontal. Ali, o para-choque apresenta volumes maiores nas extremidades que valorizam a robustez do desenho. Os conjuntos óticos ganharam contornos sinuosos na parte superior, o que quebra uma pouco a imagem sisuda que o modelo ostentava. Nas extremidades inferiores do para-choque, uma linha de leds compõe o day-light – equipamento que será obrigatório na Europa para veículos novos a partir de 2012. Na traseira, o para-choque ganhou uma forte proeminência que passa a funcionar como um aerofólio. Com as mudanças, o coeficiente de penetração aerodinâmica melhorou: era de 0,29 Cx e passou para 0,26.

Fonte: Web Motors

Iron Blindados


  • R. Joaquim Manoel Macedo, 92 A
  • (11) 3392-3747

01136-010 - Barra funda

Iron Blindados


  • R. Joaquim Manoel Macedo, 92 A
  • (11) 3392-3747

01136-010 - Barra funda